Espaço Evoluir - Unidade Trem
Horários de Funcionamento
| Dia | Horário |
|---|---|
| Segunda-feira | 08:00–18:00 |
| Terça-feira | 08:00–18:00 |
| Quarta-feira | 08:00–18:00 |
| Quinta-feira | 08:00–18:00 |
| Sexta-feira | 08:00–18:00 |
| Sábado | 08:00–12:00 |
| Domingo | Fechado |
Informações e Características
♿ Acessibilidade
- ♿ Entrada com acessibilidade para pessoas em cadeira de rodas
✓ Comodidades
- ✓ Banheiro
✓ Planejamento
- ✓ É recomendado marcar hora
O que dizem os clientes
“Gaslighting não é cuidado. É abuso.” Eu sempre odiei ABA. Sempre me incomodou a ideia de alguém tentar me moldar, cm se meu jeito d c estivesse errado. Mas, num momento de dúvida, pensei: “será q estou exagerando?” Resolvi dar uma chance. Fiquei 2 mês em atendimento com uma suposta “psicopedagoga” — coloco entre aspas pq até hoje desconfio q ela nem tinha essa formação, talvez fosse apenas pedagoga. No começo, eu sentava na mesa grande, msm odiando. Era desconfortável, não conseguia me balançar nem me mexer do jeito q meu corpo precisa. Mas aceitei, tentando ser flexível. E enquanto eu aceitava isso, ela era toda “simpática”, me tratava com afeto, perguntava cm eu estava indo no Kumon, me deixava escolher o que fazer na sessão: “Você quer fazer o quê hoje? Temos essas opções, qual prefere?” Mas bastou eu começar a sentar onde eu queria — numa mesa mais baixa, numa cadeira infantil, ou até no chão — e tudo mudou. A simpatia sumiu. Ela mal me cumprimentava, fingia que ainda dava escolhas,+não dava mais. Dizia: > “Hoje vamos sentar nessa mesa, até troquei o lado pra suas pernas não baterem.” Eu dizia “não quero”, e ela ignorava. A sessão virava uma disputa silenciosa de poder. E tudo ficou ainda pior quando meu genitor foi até a clínica. Eu fui obrigado a falar com ele, msm deixando claro q sou maior de idade e não queria contato. Ele, cm sempre, inventou mentiras. E o pior é que ela acreditou. Disse p/ mim, c/ aquele tom típico d quem já escolheu um lado: > “Ah, não é nada como você falou. Seu genitor te respeita. Ele disse q faz td por vc,q adapta a casa inteira pras suas necessidades. E me contou que você não ajuda em nada, q não quer nem lavar a louça que você não sujou.” Eu respondi que lavo sim — lavo a minha parte, ajudo no que posso. Talvez ele esteja confundindo de espermatozoide, pq quem sempre foi tratada como rainha na casa foi a Beatriz. +, pra ela, minha palavra não valia nada diante da narrativa do homem. Depois disso, ela começou a debochar de mim nas sessões. Se eu fazia algo com atenção, dizia que era “perfeccionismo” — cm se isso fosse um defeito. Curioso é que quem tinha essa mania era ela. Começou a projetar em mim os problemas dela, e quando eu a confrontei dizendo: > “Você está projetando seus defeitos em mim, e isso está ficando insuportável”, ela simplesmente explodiu. Virou um cão. Gritou comigo: > “Você nunca mudou nada! Você é uma pessoa horrível! Seu pai tem razão em reclamar de você! Ali ficou claro: ela nunca esteve do meu lado. Nunca quis realmente me compreender. Só queria controle. E qnd eu não me dobrava a isso,ela me atacava emocionalmente, desumanizava,invalidava, gaslightava. Durante as sessões, sempre q eu agia de forma autêntica — cm sentar no chão, ou escolher a cadeira infantil — ela dizia q não podia. E me punia. Não me deixava escolher os materiais q gostava. Dava apenas opções sem graça, como escolher entre caneta preta ou azul. Isso não é psicopedagogia. Isso é punição disfarçada. É uma tentativa de dobrar o outro pela frustração. O nome disso é gaslighting. É quando a pessoa deslegitima o que você sente, distorce sua percepção da realidade, e faz você duvidar de si mesmo. E isso é ainda mais cruel quando vem de alguém que ocupa o lugar de profissional de apoio. Ela tentou me apagar. Me dizer que meu jeito de ser era “horrível”. Tentou me convencer de q eu era o problema, qnd td o q eu queria era poder c eu msm,em paz num espaço onde eu me sentisse respeitado. Mas não. Ela me quis submisso. E como não conseguiu isso, me puniu com frieza, deboche e violência emocional. Esse tipo de abordagem não é acolhimento. Não é educativo. Não é terapêutico. É capacitismo travestido de intervenção. E eu não me calo mais diante disso.